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PORQUE SOU CRISTÃO? VEJA

PORQUE SOU CRISTÃO? VEJA
Numa parábola moderna, esse incrível vídeo examina a vida de um homem buscando se libertar de sua condição miserável e se deparando com as falsas promessas das religiões até, finalmente, encontrar salvação em Cristo.

JESUS TE AMA...MAS EU NÃO TE AMO!

JESUS TE AMA...MAS EU NÃO TE AMO!
Pois é, ultimamente tenho visto o quanto muitas pessoas e irmãos tem mentido e até se enganado com relação ao AMOR VERDADEIRO DE JESUS e ao grande segundo mandamento, "...AMARÁS AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO"...(Mateus 22:39).

LOUVOR, VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISTO ERRADO

LOUVOR, VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISTO ERRADO
Queridos, como nosso título diz, queremos falar sobre a maneira errada como tem se louvado a Deus dentro de todas as igrejas hoje (se é que podemos chamar isto de louvor).

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O batismo no Espírito Santo e o dom de línguas



Como se dará o batismo no Espírito aos novos convertidos? Muitos consideram o batismo no Espírito Santo somente aos que falam língua estranha, entretanto, isso é um equívoco porque falar em línguas estranhas é apenas um dos dons espirituais, e há muitos irmãos não falam línguas estranhas, mas possuem outros dons espirituais, e já estão selados com o batismo da promessa para salvação (Atos 19.2 e Efésios 1.11-13), vejamos: 

         

Ao terceiro dia, Cristo ressuscitou e pôs-se no meio dos apóstolos, onde estavam reunidos e disse-lhes: Paz seja convosco.  E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo (João 20.20-22).

           Atos 1.5-8, narra que no período entre a ressurreição do Senhor e a sua ascensão à Glória do Pai, Ele se apresentou novamente entre os Apóstolos e lhes disse: João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. 

Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

Essa profecia se consumou no Pentecostes (Atos capítulo 2), como descreveremos no subtexto abaixo sobre línguas estranhas.

Amados irmãos, observem que os Apóstolos receberam do Senhor Jesus, o Espírito Santo em duas ocasiões separadamente, e com finalidades específicas. Primeiramente o Senhor assoprou sobre eles o Espírito Santo, numa unção designada para a salvação (João 20.20 a 22). Posteriormente, no dia de Pentecostes os ungiu para obra do ministério (Atos 2.1-4) com as virtudes do  Santo Espírito para exercerem a obra do ministério. A partir daquele momento deu-se início a mais extraordinária obra de Evangelização em toda terra, porque Deus era com eles, através do seu Espírito Santo.

Assim também, ocorre conosco, quando há arrependimento e conversão, e nascemos de novo, e tornarmo-nos uma nova criatura lavada e remida pelo sangue do Cordeiro de Deus, recebemos o selo da promessa do Espírito Santo para a salvação da vida eterna:  

Atos 2.37-39, disse-lhes Pedro a multidão que os ouvia: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.

Como também  Efésios 1.12 e 13, diz: Nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa.

Portanto, o batismo do Espírito Santo é inseparável do arrependimento e conversão, e sobrevém simultaneamente na pessoa daquele que crê e recebe a Cristo como Único Senhor e Salvador da sua vida, consequentemente também será ungido com as virtudes do Espirito Santo para exercer a obra do ministério, para o qual fostes chamado por decreto do Altíssimo.

LÍNGUAS ESTRANHAS E OS DONS ESPIRITUAIS

O profeta Isaías (28.11) predizia os dons de língua estranha dizendo:  Por lábios estranhos e por outras línguas, falará o Senhor a este povo.

E para cumprimento dessa profecia  o capítulo 2 de Atos, descreve que: No dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; repentinamente, veio do Céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.  E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.

E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua,  todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?   Como, pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?

 E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?

Esta foi a primeira vez que os Apóstolos de Cristo falaram em línguas estranhas, primeiramente para as nações estrangeiras que estavam presentes, as quais falavam outros idiomas, mas todos estrangeiros entendiam perfeitamente a linguagem dos Apóstolos manifestada pelo Espírito Santo, porque falavam na sua própria língua, pois a língua fora repartida de forma que todas as nações estrangeiras presentes tiveram a oportunidade de conhecer o propósito de Deus para salvar o homem do pecado e da morte pelo sacrifício e aspersão do sangue do Senhor Jesus Cristo, pela pregação do Evangelho através dos Apóstolos, na linguagem de origem de cada nação.

E, motivados nesta referencia, hoje existem teólogos tentando provar que não existe a língua dos anjos, afirmam que quando algum irmão fala língua estranha pelo Espírito Santo, não é a língua dos anjos, mas está falando em idiomas de nações estrangeiras.

Mas Paulo disse: Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine (I Coríntios 13.1).

Havemos de considerar que, na verdade esta referencia é uma presunção, e não uma afirmativa da existência da língua dos anjos, porque Paulo disse: Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos...

Entretanto, I Coríntios 12.1-10, descreve sobre a diversidade dos dons espirituais para a obra do ministério, vejam: Ora, a respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes, porque há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.

E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo, porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas. Mas um só Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer.

Observou que  o versículo 10 diz: ...e a outro a interpretação de línguas.

Amados, se existe um dom espiritual para interpretação de línguas estranhas, então existe sim a língua dos anjos, porque se fosse uma linguagem em idioma estrangeiro não seria necessário um dom espiritual para discernimento, bastaria um poliglota sem nenhuma unção do Céu para interpretar as línguas estranhas.

Em I Coríntios capítulo 14, a Palavra recomenda a buscarmos os dons espirituais, mas fiquem atentos quanto ao versículo negritado e grifado, vejamos:

Procurar com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em Espírito fala mistérios. Mas o que profetiza (pregar o Evangelho) fala aos homens para edificação, exortação e consolação.

Irmãos, a Palavra assegura que quando se fala em língua estranha pelo Espírito Santo, não estamos falando aos homens, mas a Deus, porque homem algum irá entender, pois está falando de mistérios celestiais. Considere  que, se a língua estranha fosse um idioma de outras nações os homens a entenderiam.

Então está sanada a dúvida, segundo a Palavra existe sim a língua dos anjos aos irmãos que possuem esse dom de línguas estranhas.Mas é importante enfatizar também aos irmãos que possuem esse dom, sobre a necessidade de interpretação dessas línguas, aliás, como já conhecemos, há um dom específico para interpretar a língua estranha, para que a igreja de Cristo seja edificada, porque a Palavra alerta; “se alguém falar língua estranha e não houver quem a interprete, é melhor ficar calado”.

Esse alerta é para que satanás não venha a exaltar o seu reino no meio da igreja de Cristo, pois, existem pessoas que estão sob o domínio do pecado e falam línguas estranhas. Quem é que está falando na boca desses pecadores? Certamente não é o Espírito Santo de Deus.

E o capítulo 14 da primeira carta aos Coríntios, disciplina o zelo indispensável para que a igreja seja edificada por esse dom, onde a Palavra ressalta a importância de falar em línguas, mas alerta que, mais importante é o dom de profetizar.

E o profetizar aqui destacado, não são adivinhações como vem acontecendo em muitas comunidades, mas profetizar como pregação do Evangelho, pelo qual está declarada todas as profecias para a vida vindoura, que é a salvação da vida eterna para os que creem em Jesus Cristo, como seu único e suficiente Salvador. Meditemos:

O  que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação. O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.

O que profetiza é maior do que o que fala línguas estranhas, a não ser que também interprete, para que a igreja receba edificação.

Porque se, com a língua, não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Pelo que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.

Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.

Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem línguas estranhas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão, porventura, que estais loucos? Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é apreciado.

Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete.

Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus. E falem dois ou três profetas, e os outros apreciem. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos poderão profetizar, uns depois dos outros, para que todos aprendam e todos sejam consolados.

Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos. Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.  Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.

Amados em Cristo, tivemos a graça de conhecer que, em conformidade com a doutrina sobre línguas estranhas, como também a ordem nas reuniões, há um confronto visível relacionado ao que se praticam hoje na maioria das igrejas denominacionais.

Lamentavelmente, até os dons espirituais o homem banalizou, porque o falar em línguas não é compatível com as frases decoradas que ninguém entende, as quais, os pregadores repetem inúmeras vezes, numa falsa demonstração de unção espiritual.

Porventura teria o Espírito Santo de Deus modificado a forma de se manifestar? A Palavra alerta que falando alguém línguas estranhas, que haja também intérprete, e se não há quem a interprete, o profeta deverá permanecer calado e orar em espírito, porque os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profeta (I Coríntios 14.32).

Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente (I Coríntios 12.31)

O Abominável Pecado do Orgulho!

O orgulho ocupa o primeiro lugar das coisas que Deus não tolera. “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete que a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos” (Provérbios 6: 16-19).
A Bíblia diz mais: “Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo” (I João 2:16). A maioria dos cristãos admitem que batalham contra as concupiscências da carne e dos olhos. Sabem o que é a concupiscência, abominam-na e fogem dela pelo poder do Espírito. Também reconhecem o orgulho em outras pessoas porque estas parecem ser superiores, centradas em si mesmas, ambiciosas e arrogantes. Mas poucos cristãos se consideram orgulhosos. A maioria admite que não chegou aonde deveria, que não se assemelha a Cristo como gostaria, e que existem áreas em suas vidas que necessitam de melhoria.

Poucos cristãos, porém, reconhecem o orgulho em si mesmos. Você o reconhece em sua própria vida? Muitos cristãos admitiriam: “Bem, talvez eu esteja seguro de mim mesmo – confiante até. Na pior das hipóteses me vejo mais talentoso ou inteligente que os outros. Mas não sou orgulhoso! Dou a Deus todo o crédito pelo que tenho realizado e pelo que sou. Tudo está na Sua força. Orgulhoso? Não acho que honestamente eu possa admitir isto. Além do mais, ando em santidade e abro o meu coração para ser sondado por Sua palavra. Se houvesse orgulho, Deus certamente me teria mostrado.”
Recentemente o Espírito Santo me falou ao coração sobre este abominável pecado. Eu disse: “Senhor, quer dizer que Tu queres que eu pregue uma mensagem sobre o orgulho na igreja de Times Square, é isto? Deve haver orgulho na congregação”. A resposta do Espírito me deixou atordoado. “Não, David: eu quero lhe falar sobre o orgulho, sobre os tipos sutis de orgulho de que você é culpado. Primeiro, você deve vê-lo em seu próprio coração, depois então estará pronto para pregar aos outros.” Como a maioria dos outros cristãos, eu achava que no mínimo estava procurando ser humilde. Tomamos cuidado para não nos vangloriarmos como os fariseus no tocante a sermos melhores do que o restante das pessoas. Mas lá no fundo do coração, pensamos: “Não sou arrogante, jactancioso ou ambicioso em excesso. Como poderia, então, ser orgulhoso?”
A palavra de Deus vem trabalhando comigo, expondo formas de orgulho que eu ignorava estar tão profundamente arraigadas em mim — um orgulho que é o pior tipo de todos. Quando o Espírito disse: “Orgulho em você, David” eu respondi: “Mas Senhor, eu não tento ser alguém importante! Tu sabes disto. Não sou um fanfarrão ou contador de vantagens. Estou de maneira honesta tentando me diminuir para que Cristo possa crescer. Se há orgulho em mim, não consigo vê-lo. Por favor, mostre-o para mim. Trazei-o às claras!” E Ele me mostrou! Quando olho para trás, tremo diante das muitas vezes que cometi deste detestável pecado. Sou culpado dele.
O Que é Orgulho?

Deus vê o orgulho de modo inteiramente diferente do que vemos. Ele mostrou que eu tinha uma definição de orgulho estreita demais. Sim, há um orgulho perverso, jactancioso, arrogante, e que hoje em dia pode ser visto em quase todos nós. Mas há também, um orgulho de natureza espiritual. É praticado pelos que têm andado intimamente com Deus e pode ser visto no mais santo entre nós. Quanto mais espiritual você for, quanto mais revelação tiver recebido, quanto mais perto de Deus tem andado, tanto mais hediondo é este pecado quando cometido. Não é um modo de vida, apesar de poder vir a sê-lo. É um pecado que cometemos mesmo quando ajoelhados, enquanto buscamos a Deus.
Para você entender esta mensagem, quero lhe dar novas definições de orgulho e de humildade. Orgulho é independência — humildade é dependência. Orgulho é má vontade de esperar que Deus atue no Seu devido tempo e a Seu próprio modo. O orgulho apressa-se a solucionar as questões com suas próprias mãos. Uma das maiores tentações com que se defrontam os verdadeiros cristãos é a de adiantar-se a Deus. É agir sem um claro mandado de Deus. É decidir por si mesmo quando parece que Deus não está trabalhando depressa como devia. Isso é impaciência.
Saul Não Pôde Esperar Pelo Tempo de Deus
Saul cometeu este terrível pecado em Gilgal, conforme relatado no capítulo 10 do primeiro livro de Samuel. Quando Samuel ungiu Saul como rei, “falou Samuel com Saul no eirado” (I Samuel 9:25). Esta conversa, no eirado da casa, girou em torno da grande guerra que ia ser travada com os filisteus. Samuel estava preparando Saul, comunicando-o que fora divinamente chamado para romper com a escravidão. Chegado o tempo oportuno, quando filisteus e israelitas se aproximavam da guerra, Samuel ordenou a Saul que não agisse, que não entrasse em guerra enquanto o povo não se congregasse em Gilgal, para buscar a direção específica do Senhor. “Tu, porém, descerás adiante de mim a Gilgal…sete dias esperarás, até que eu venha ter contigo e te declare o que há de fazer” (I Samuel 10:8). Esta ação deveria totalmente da parte de Deus. Só Ele quer estar no controle absoluto da situação.
Samuel representava a voz de Deus. Nenhuma de suas palavras “caíram por terra!”. Deus, por intermédio de Samuel, dar-lhe-ia instrução de forma sobrenatural, soberana. “Eu te mostrarei o que hás de fazer.” Deus planejaria tudo – Ele lhe mostraria como conduzir a guerra. Saul foi instruído a nada fazer, além de ir ao altar de Gilgal e esperar pela ordem que viria. Mas a guerra começou quando Jônatas derrotou uma guarnição em Gibeá: “Jônatas derrotou a guarnição dos filisteus que estava em Gibeá, o que os filisteus ouviram, pelo que Saul fez tocar a trombeta por toda a terra, dizendo: Ouçam isto os hebreus. Todo o Israel ouviu dizer: Saul derrotou a guarnição dos filisteus, e também Israel se fez odioso aos filisteus. Então, o povo foi convocado para junto de Saul, e Gilgal” (I Samuel 13: 3-4).
Saul esperava impacientemente. “Então, todo o povo foi convocado após Saul em Gilgal”. Israel entrou em pânico quando a grande força filistéia se aproximou com milhares de carruagens, 6.000 cavaleiros e um exército que lhes parecia tão numeroso como a areia da praia. O exército de Saul começou a desertar para todos os lados e era na melhor das hipóteses, um grupo diversificado sem uma única espada no meio deles. Tudo que tinham eram foices, machados e ferramentas agrícolas. Esta era a verdadeira crise da guerra, que Samuel discutira com Saul meses antes no eirado da casa. A intenção era que houvesse um tempo para reunião em Gilgal à espera de que Deus desse uma palavra clara de instrução. Porém Saul deu a Deus um ultimato para que Este agisse. Se a ordem não viesse até determinada hora, Saul decidiria o que fazer para salvar a situação. “Esperou Saul sete dias, segundo o prazo determinado por Samuel: não vindo, porém, Samuel a Gilgal, o povo se foi espalhando dali. Então, disse Saul: Trazei-me aqui o holocausto e ofertas pacíficas E ofereceu o holocausto” (I Samuel 13: 8-9).
Esta não era tão somente uma questão de esperar, mas de esperar até – até que viesse a ordem, até que fosse dada a instrução do céu. “Esperarás, até que eu venha ter contigo e te declare”. Por que Samuel atrasou-se umas poucas horas? Porque Saul estava sendo provado para ver se acreditaria e confiaria em Deus, para ver se Saul obedeceria mesmo que as coisas não saíssem na hora exata. Samuel demorou-se porque Deus lhe falara de modo claro e lhe dissera que demorasse. Deus desejava que Saul fosse um testemunho de humilde dependência dEle em todas as coisas, em especial numa crise sombria.
Mas Saul não passou no teste. Ele olhou para as circunstâncias e tudo pareceu sem esperança. Um espírito impaciente o pressionava. A lógica dizia que estava ficando tarde demais, que algo tinha de ser feito. Posso ouvir suas palavras: “Não posso aceitar esta indecisão por mais tempo. Deus me enviou para fazer Seu trabalho e estou disposto a morrer por Sua causa. Mas eis-me aqui sentado sem fazer nada. Nenhuma orientação, nenhuma palavra da parte de Deus. Tenho de fazer com que algo aconteça, ou tudo estará acabado. Se continuarmos sem fazer nada, ficaremos totalmente sem controle.” Isto é orgulho absoluto — a necessidade de ficar no controle da situação. Saul realmente acreditava que as coisas estavam saindo de controle.
É neste ponto que tenho falhado com freqüência. Detesto não estar no controle das situações. Não que eu queira ser o chefão ou o senhor sobre os outros. Simplesmente não me agrada o sentimento de desamparo e dependência. Vivendo em Nova York, esta foi a primeira vez que tive de morar em um apartamento no alto, à mercê do senhorio, do superintendente, do sindicato, dos elevadores e dos aquecedores quebrados. Quando as coisas não funcionam tenho de esperar, esperar, esperar. Digo à minha esposa: “Já estou farto disto. Vamos comprar nossa própria propriedade, para ficarmos no controle. Isto é ridículo”. Quero estar no comando.
Com relação à Igreja de Times Square, às vezes me sinto como Saul, com coisas impossíveis avolumando-se por todos os lados. Sentimo-nos tão desamparados, e o inimigo nos parece tão grande e poderoso. Fico muito ansioso e quero comandar todas as decisões. Não gosto de, tendo pago o aluguel, ficar a mercê de senhorios inconstantes. Deus nos prometeu um lugar permanente. Mas eu o quero agora! Estou impaciente! Há muita coisa para ser feita e tão pouco tempo. Fico pensando: “Até quando, Senhor? Não me agrada ficar fora do controle. Necessitamos de alguma providência!”
Mas Deus diz: “Você confia em Mim? Espere! Tendo feito tudo que está ao seu alcance, simplesmente tenha calma e veja o livramento do Senhor!” A parte mais difícil da fé é a última meia hora, pouquinho antes da resposta prestes a aparecer, pouquinho antes de Deus estar prestes a operar um milagre. É aí que perdemos as forças, desfalecemos, tentamos fazer algo acontecer. Isto é orgulho pecaminoso. “Mal acabara ele de oferecer o holocausto, eis que chega Samuel; Saul lhe saiu ao encontro, para o saudar” (I Samuel 13:10). Tão logo tomou o problema em suas próprias mãos, Samuel chegou. A instrução divina estava bem ali à porta, apenas com alguns minutos de atraso! Saul, porém, não agüentou esperar.
Implicações em Não Se Aguardar que Deus Opere
Acusamos Deus de nos enganar. Saul, agindo com impaciência, por conta própria, estava dizendo: “Deus me enviou para realizar a Sua obra, mas deixou comigo a tarefa de calcular como consegui-la. Ele me disse para fazê-la, mas agora me faz sentar e esperar. Se Deus não quer responder, não me pode julgar por fazer o que tenho de fazer.” Tomar o lugar de Deus é terrível orgulho. É acusar Deus de negligência. Somos mandados, como Saul, a esperar no Senhor, aquietar-nos e ver a Sua salvação, sempre confiar nEle de modo que Ele possa dirigir nossos caminhos. Mas quando expira o último prazo que estabelecemos, e não podemos mais esperar por Deus, tratamos de escapar e fazer com que as coisas aconteçam. Por nossas ações estamos dizendo: “Deus na realidade não se importa comigo. Ele me rejeitou. Orar e esperar não adianta. As coisas simplesmente pioram. Não posso ficar aqui sentado e ignorado.” Não confiamos verdadeiramente na Sua palavra.
A ordem de Samuel era: “Descer a Gilgal e esperar… Virei, e você receberá as instruções.” Perante Deus, toda a responsabilidade de Saul era esperar pela palavra! Deus queria ouvir Saul dizer: “Deus cumpre Sua palavra; nem uma vez sequer uma palavra saída dos lábios de Samuel caiu por terra. Deus disse que eu deveria esperar as instruções e esperarei. Que todo o exército deserte. Que todo israelita seja covarde. Que todo homem seja chamado de mentiroso. Se Deus quiser, Ele me enviará um exército de anjos. Esta guerra não é minha. Não tenho a mínima idéia de como ir atrás deste grande inimigo. Está tudo nas mãos de Deus. Fui instruído a esperar pela palavra.”
Mas o orgulho raciocina assim: “Não deve ter sido isso que Deus quis dizer. Talvez eu tenha ouvido mal. O problema está em eu ver e ouvir.” Em vez de nos firmarmos na palavra de Deus, começamos a imaginar coisas. Na cama, tarde da noite, dizemos: “Já sei como aquilo pode ser feito.” É um grave erro fazer algo muito lógico e razoável, quando não se trata de instrução clara do Senhor. Pode ser a conclusão de homens sábios e mentes lógicas, a única opção que têm. Precisamos sair da pressão de executar, de se fazer alguma coisa. Você não tem de fazer nada, senão firmar-se na palavra de Deus. Se você quiser provar algo a Deus, prove que esperará pacientemente que Ele atue. Você acredita de fato que Deus pretende fazer o que diz? É perigoso tomar a dianteira de Deus! Isto é independência!
“Samuel perguntou: Que fizeste?” Respondeu Saul: “Vendo que o povo se ia espalhando daqui, e que tu não vinhas nos dias aprazados, e que os filisteus já se tinham ajuntado em Micmás, eu disse comigo: Agora, descerão os filisteus contra mim a Gilgal, e ainda não obtive a benevolência do Senhor; e, forçado pelas circunstâncias, ofereci holocaustos. Então, disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o Senhor, teu Deus, te ordenou; pois teria, agora, o Senhor corfirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Já agora não subsistirá o teu reino.O Senhor buscou para si um homem que lhe agrade e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou” (I Samuel 13: 11-14). Saul esperou sete dias — mas esta espera não era santa. Ele estava impaciente, irado, temeroso e amuado. Devemos esperar com fé, acreditando que Deus cuida de nós e nos ama, que estará presente no Seu devido tempo. Esta questão de esperar é tão importante que quero lhe mostrar alguns textos bíblicos para prová-lo.
“Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9).
“Porque desde a antigüidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64:4).
Compare o orgulho impaciente de Saul com a espera de Davi em Deus para obter direção. Quão maravilhoso! E quão claro! “Os filisteus tornaram a subir e se estenderam pelo vale dos Refains. Davi consultou ao Senhor, e este lhe respondeu: Não subirás; rodeia por detrás deles e ataca-os defronte das amoreiras. E há de se que, ouvindo tu um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras, então, te apressarás; é o Senhor que saiu diante de ti, a ferir o arraial dos filisteus. Fez Davi como o Senhor lhe ordenara; e feriu os filisteus desde Geba até chegar a Gezer” (2 Samuel 5: 22-25). O inimigo estendia-se diante de Davi, mas este tinha que esperar a palavra de Deus! Só então se apressaria.
Servidão
O não ter orgulho tem sido confundido com a idéia de servidão. Todo mundo, hoje, quer ser tudo exceto servo. Um grande jogo de crianças nos Estados Unidos tem o nome de “Senhores do Universo”! E isto está se tornando a teologia de muitos cristãos. Citamos este texto bíblico: “Assim que já não és escravo, mas filho; e se és filho, és também feito herdeiro por Deus” (Gálatas 4:7). O que Paulo está dizendo, é que um filho que tenha sido instruído corretamente, sabe que é legalmente filho do rei com todos os direitos, mas ele ama o pai de tal modo que escolhe o papel de servo. Paulo, na mesma carta, diz que era “servo de Jesus Cristo” (Romanos 1:1). Simão Pedro chamava a si mesmo de “Servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo” (2 Pedro 1:1). E Cristo, o Senhor, o próprio Filho de Deus, “antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens…a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:7-8). Que haja em você esta mente que houve também em Cristo Jesus. O servo não tem vontade própria; a palavra do seu senhor é sua vontade.
A Cruz representa a morte de todos os meus próprios planos, de todas as minhas idéias próprias, de meus desejos próprios, minhas próprias esperanças e sonhos. Ela é acima de tudo a morte absoluta da minha própria vontade. Isto é a verdadeira humildade. A humildade é associada unicamente à Cruz. “…a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8). Ele havia dito aos Seus discípulos: “A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou…” (João 4: 34). Ele diz: “Eu nada posso fazer de mim mesmo; na forma por que ouço, julgo” (João 5: 30). Em outras palavras: “Recuso-Me a tomar os problemas em minhas próprias mãos. Espero para ouvir cada instrução de meu Pai!” Ele que é a Luz, a inteligência absoluta, que é conhecedor de todas as coisas, humilhou-Se, tornou-Se dependente do Pai em todas as cosas. “Eu não posso fazer nada de mim mesmo”, disse Jesus.
João escreveu: “…pois, segundo ele é, também nós somos neste mundo” (I João 4:17). Não existe cristão verdadeiro senão aquele que pode dizer: “Desejo realmente fazer a perfeita vontade de Deus.” Mas é aqui que nós falhamos: colocamos nosso coração em algo que desejamos, algo que nos parece bom, que nos parece lógico, mas que não é a vontade de Deus. Jejuamos, oramos, e intercedemos por aquilo! Derramamos um rio de lágrimas! Clamamos por aquilo que queremos! Amarramos os demônios que nos impedem de possuí-lo. Citamos a Bíblia! Conseguimos que outros concordem conosco! Uma das maiores armadilhas para apanhar cristãos vem a ser aquela ótima idéia que não vem da mente de Deus, uma boa estratégia que não é a de Deus, um plano bem concebido que não é o dEle. A pergunta é: pode o seu desejo sobreviver à Cruz? Pode você desviar-se deste desejo e morrer para ele? Você pode honestamente dizer: “Senhor, talvez não seja o diabo que esteja me detendo, mas Tu! Se não for da Tua vontade, isso poderá me destruir. Desisto em favor da Cruz! Da morte! Faz do Teu modo, Senhor!” ?
É quando você desce ao abismo da morte para todo o seu eu, toda a sua ambição e toda a sua vontade própria, é quando ouve a voz de Deus. Jesus disse: “…vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus…todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão” (João 5: 25,28). É por isso que milhares de cristãos hoje se complicam ouvindo pequenas vozes. Há confusão, as coisas não saem direito porque não tem havido morte para a vontade própria. Sim, creio que Deus fala a Seus filhos. Pode-se ouvir Sua verdadeira, santa e inconfundível voz, mas só depois da crucificação da vontade e do desejo próprios. Jesus ouvia de maneira clara a voz do Pai. De igual modo Paulo, Pedro e Estevão; mas só porque eles estavam mortos para este mundo. Eles se consumiram fazendo apenas a vontade de Deus.
O Que é Humildade?
Humildade é se colocar na total dependência de Deus. É confiar que Deus faz a coisa certa, na hora certa, do modo certo! É confiar que Ele lhe usará da maneira certa e na hora certa. Humildade é esperar com paciência no Senhor, em um espírito de expectante fé. O orgulho não tem paciência: “Descansa no Senhor e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios. Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente isto acabará mal” (Salmo 37: 7-8). Ou seja: “não se indigne pelo aparente sucesso dos que parecem estar rejeitando você. Eles caminham por atalhos. São abençoados e prosperam enquanto você está aqui sentado, confiando em Deus, orando.” Deus diz: “Espere somente. Eles estão em terreno escorregadio. Você não se arrependerá se fizer a coisa à Minha maneira. A paciência está realizando um trabalho em você. Você está se fortalecendo por esperar com fé. Deixe que a paciência realize sua obra perfeita em você!”
A pessoa de experiência piedosa não é o cristão sempre ocupado, mexendo aqui e acolá. Pelo contrário, é aquela que espera em Deus com paciência e fé. Está ganhando experiência, conforme nos diz Romanos 5:4: “Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tiago 5: 10-11). Deus equipara o “andar digno diante dele” à paciência jubilosa e à longanimidade. “…a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado…sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria” (Colossenses 1: 10-11).
Promessa de Jesus Para os Últimos Dias
Jesus deixou-nos uma gloriosa promessa para cuidar de nós até que atravessemos os dias escuros que estão por vir! “Porque guardaste a palavra de minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Apocalipse 3:10). Jesus está dizendo: “Você permaneceu fiel quando provado pelo mundo. Alegremente esperou que Eu operasse. Agora, enquanto há provações no mundo inteiro, Eu o guardarei delas. Você comprovou que confiará em Mim, venha o que vier!” O Senhor está neste exato momento preparando um povo humilde que tenha comprovado que Deus é fiel. Não só dizem: “Deus está no controle”; eles permitem de fato que Ele controle suas vidas. “Não se atemoriza de más notícias; o seu coração é firme, confiante no Senhor” (Salmo 112:7).
por: Rev. David Wilkerson

Os Perigos da Alma


“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:12)

Não irei filosofar, irei teologar, revelar ou biblicar sobre alma, e o espírito. Filosoficamente, porém, a alma deve ter governo sobre o corpo. O corpo (carne) tem necessidades gerais e não desiste de desejar estas necessidades ou os prazeres da vida (tipo fome, sede, músculo, sexo, etc) e a alma é quem decide se irá ceder ao pedido da carne ou irá governar a carne (corpo). Não se toca em espírito aqui ainda ( o metafísico).
Empiricamente faz-se muita confusão com relação às definições de alma, espírito, mente e coração. É comum assistirmos, lermos ou ouvirmos estas palavras como se fossem sinônimas, mas elas não são. Alma é emoção, espírito é comunicação com Deus e coração é coração que bombeia oxigenação para o corpo, com reflexo nas emoções, na alma.
Coração não é alma, nem espírito, é um órgão de nosso corpo humano. Considere-se, contudo, que poeticamente, o coração é carinhosamente relacionado às emoções como a paixão, por exemplo. Mas, ele é um órgão que bombeia vida para o corpo, o qual envia mensagens para a alma (a mente). Estas paixões (mensagens) podem enganar o homem, e muitas vezes levá-lo às perdas expressivas da vida.
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?(Jeremias 17:9)
Para Deus a alma e o espírito não são a mesma coisa. A alma é o campo fértil para os problemas emocionais da vida. O espírito não tem problemas emocionais, a alma sim.
Simplificando, vamos separar os dois elementos: a alma é um mundo de emoções, o espírito um mundo de sabedoria porque o Deus da sabedoria comunica-se com o homem somente através de seu espírito. Essa comunicação é viva, eficaz, penetrante e cheia de discernimento para a alma, espírito, juntas, medúlas e coração.

O homem não saberia ter uma conversa com Deus através de suas próprias emoções e sua intelectualidade porque Deus é espírito. Mas, o espírito pode governar o corpo e a alma para que essa conversa (oração) seja perfeitamente codificada no reino do espírito.
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhes parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” ( 1 Coríntios 2:14).
O vício da alma, porém, é um prazer nocivo para muitos. A alma ao governar o corpo, isso parece ser bom, mas quando a alma governa o espírito, o indivíduo aprisiona a si mesmo numa casa de detenção da vida plena.
Esta casa de detenção manterá o homem privado das coisas mais maravilhosas da vida. Se bem que já ouvi de encarcerados que “viver na cadeia não é assim tão ruim, tenho comida todos os dias e tenho onde dormir seguro”. Uma pena, do ponto de vista da verdadeira liberdade. Tem gente que gosta. Para estes a prisão é de corpo, alma e espírito. É necessário conhecer a verdade.

Tem indivíduo que gosta tanto de prisões, que faz de tudo para voltar para a cadeia. A alma também é assim, aprisiona o indivíduo a viver nas prisões dos problemas. Pode ver, uma pessoa almática nunca está bem. Estas imantam facilmente os conflitos para si, Nestes casos os problemas são bem vindos. Não se consegue viver sem uma preocupação, sem uma discórdia, sem um problema da alma. São acumuladores de angústia, de tristeza, de murmurações, acumuladores de problemas, viciados em alma. A aqui não se consegue mais enxergar o quanto a vida é bela! Para estes nada é melhor do que viver nas prisões da alma. É necessário conhecer a verdade de verdade. Verdade é igual a LIBERDADE!!
E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (João 8:32).
Sair da Casa de Detenção da Alma é uma emergência! Saia desta cadeia! Fuja desta prisão. Todos os que vivem doentes da alma, vivem isolados, não se relacionam e vivem diante de uma solidão sem fim. Naturalmente que isso vem a afastar os amigos e a família também… A alma deseja sempre a confusão que chama outra confusão, que se confunde interiormente e exteriormente confunde os outros e, assim vive o caminho pessimista da vida.
O espírito não levará problemas para você, mas a alma sim.
O espírito bombeia alegria e força, a alma alimenta sentimentos de dores e amargura.
O espírito é liberdade, a alma é uma prisão.
Quando a alma está no governo, desesperam-se as esperanças em Deus. Mas, quando é o espírito que governa a alma não há desespero, nem perturbações que roubem os seus frutos de alegria.

Quando a alma está no governo, o espírito se abate. Porém, Quando o espírito é o governador da vida, o Espírito Santo poderá agir e se relacionar de forma restauradora e poderosa no reino espiritual.
Quando o espirito está no governo ele pode fazer uma pergunta que jamais a alma se renderia a
fazer:

“Por que estás abatida, ó minha alma? E por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face em Deus meu.” (Salmos 43:5)
Ande no espírito, alegre-se! A vida é belíssima e cheia de liberdade eterna em Cristo!

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“Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.” (Gálatas 5:25)

Até uma próxima!
@MinisterioAdore

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O Homem e o casamento – Pr. Mark Driscoll

Impactante, impressionante a autoridade de Mark Driscoll nesta ministração, Homens casados, solteiros, noivos, namorando em fim todos os homens precisam assistir esta poderosa ministração!


A escolha certa: Igreja ou sua Família?


Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente. -  1 Timóteo 5: 8
Hoje gostaríamos de abordar este assunto esclarecendo o seguinte:

  • A Igreja é importante, pois o Senhor a instituiu, porém a mesma é composta de famílias.
  • A Igreja é importante, pois é através da mesma é que os princípios de vida cristã são ensinados, através da doutrina da Palavra de Deus, a Bíblia; Porém é na família que os fundamentos devem ser alicerçados.
  • Na Igreja é onde devem estar os verdadeiros homens e mulheres de Deus chamados para o ministério pastoral, porém é na família que eles nasceram seguindo o exemplo de seus pais na vida de fé.
  • A Igreja é o lugar da união de pessoas que se dizem cristãs, ou seja, seguidoras de Jesus Cristo, porém é na família que esta unidade deve ser ensinada e vivida.
  • A Igreja (templo) é o local onde as famílias vão adorar o Senhor entregando as suas vidas no altar em completo arrependimento de seus pecados, porém é na família que o altar de Deus encontra as vidas.

É bom lembrar que a Igreja como nós a conhecemos, um templo de quatro paredes não era a prioridade na Igreja primitiva. As Igrejas se reunião nos lares. O lar era um permanente seminário de instruções cristãs, onde os preceitos, onde os mandamentos, os ensinos do Senhor eram aprendidos para serem praticados no dia a dia.
Infelizmente hoje a realidade é bem diferente. Os lares não estão cumprindo o seu papel na instrução dos verdadeiros valores de Deus. De fato alguns colocam a Igreja (a denominação) como prioridade, talvez por não sentirem a presença de Deus em suas próprias casas. Os homens como sacerdotes, não estão cumprido o seu papel de pastoreio de suas famílias. Eles precisam levá-las ao templo para que outros ministrem a elas. Os filhos não estão recebendo orientação bíblica em suas casas. Pela misericórdia de Deus quando alguns se convertem necessitam de famílias espirituais diferentes da sua de origem, para receberem delas cuidado e proteção espiritual. Não deveria ser assim.
É a partir da família que o alicerce deve ser fundamentado. A família em torno da Palavra, dos cânticos, do testemunho, da comunhão e oração. É com pesar que informamos que muitas Igrejas estão doentes. Doentes por que? Porque suas famílias não recebem alimento diário. Este alimento só é dado nos finais de semana. Durante a semana ficam famintas porque a leitura da Palavra e a oração estão sendo negligenciadas em seus próprios lares.
Outro dado também alarmante é o que diz respeito à família pastoral. Pastores espalhados neste mundo que têm um enorme zelo em alimentar as famílias de sua Igreja, mas que deixa a sua própria faminta. Nos cultos, nas classes de escola bíblica, transformam-se em homens santos, poderosos na oração. São mestres na hora de expulsar os demônios, porém em casa não são sacerdotes. Maltratam suas esposas, espancam os seus filhos e se transformam totalmente. Estes homens em nome de sua denominação e até em nome de Deus abrem os seus pulmões e dizem: “A Igreja vêm em primeiro lugar, depois a família e ponto final”.
Amados do Senhor. A instrução que você está recebendo neste momento têm o seu respaldo bíblico. A Palavra de Deus nos diz: “mas se alguém não cuida dos seus e principalmente dos de sua família negou a fé e pior que o incrédulo I Tim. 5:08”. Depois de Deus, a família deve vir em primeiro lugar e a seguir a Igreja. A família em relação aos dogmas precisa estar na frente. Que adianta, por exemplo, eu como pastor ganhar inúmeras famílias para Cristo, e perder a minha para o diabo.
A Igreja nada mais é a do que a extensão do meu lar. Se canto na Igreja devo cantar em meu lar, se ensino na Igreja devo ensinar em meu lar, se mantenho comunhão com outras famílias na Igreja, eu devo também ter comunhão com os da minha casa. Por não observar estas verdades é que vemos tantos relacionamentos frustrados, tantas famílias desunidas, longe de Deus, angustiadas, tristes e sem vida espiritual.
Eu tenho o pensamento que um trabalho de evangelismo deve ter o seu ponto de partida a nossa casa, o nosso lar. Precisamos levar cada componente de nossa casa ao conhecimento de Cristo Jesus, urgentemente. Alguns se justificam citando a passagem bíblica em que Jesus disse: “Quem não deixar pai e mãe, irmãos, casa, campos por amor de mim, não verá o Reino de Deus”. ou dizem: ” Que profeta de casa não faz milagres”. Se expressam assim para poder continuar agindo em duplicidade em suas vidas. Amados, devemos ser um Cristo, uma mesma pessoa na Igreja e dentro de casa. Não devemos usar mascaras. Devemos ser transparentes, devemos ser nós mesmos.
A Igreja somos nós. A Igreja não são quatro paredes. São pessoas lavadas e remidas pelo sangue do cordeiro. A verdadeira Igreja é composta de santos, Isto é de santificados pela Palavra do Senhor ou separados para entender e praticar a palavra de Deus. Não são poucos obreiros por aí que gastam noites de oração em vigília, buscando ao Senhor. São bons pregadores, expositores da Palavra por excelência, mas em seus lares parecem que são outras pessoas, se parecem com incrédulos. Eu tenho as minhas dúvidas se o Senhor os atendem.
Que Deus nos ilumine debaixo de sua Graça, de sua unção para reconhecermos que a nossa família tem prioridade em relação ao cuidado que julgamos ter com a nossa Igreja. Deus tenha misericórdia do seu povo chamado de Cristão, ou seja, seguidor de Jesus Cristo.
Quero orar por você. De repente o seu lar está vivendo exatamente esta realidade. Como se dizem por aí. “É pastor o senhor mexeu na ferida”. De repente o seu cônjuge é uma pessoa dentro de sua casa e outra pessoa quando está em comunhão com outras pessoas. No lar, ele deixa a desejar, parece que é um incrédulo, mas na igreja ele ora, ele lê a bíblia e até sai com o grupo para evangelizar. Não pode ser assim. Temos que ser a mesma pessoa em todos os lugares que estivermos. Por que Deus habita em nosso coração. Isto quer dizer que por onde andarmos levaremos a presença de Deus conosco. Não faz sentido vivermos em duplicidade. Por isso eu quero orar para quebrar toda esta situação em seu lar. Para isso você precisa exercer fé neste momento, porque sem fé é impossível agradar a Deus. E a fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra Deus.
Oração:
Nosso Deus, eu quero apresentar este internauta e a sua família diante do Senhor. Que aja concerto nesta oportunidade. Que aja entendimento da tua Palavra tal qual ela nos apresenta. Abençoa Senhor com Poder e que a prioridade seja a família na vida daquele que te serve em espírito e em verdade. Desfazemos neste instante tudo aquilo que têm atrapalhado a comunhão familiar. Que a família nunca fique em segundo plano. Esclarece isto às mentes e corações que estarão em contato com este texto. Oramos em nome de Jesus Cristo, a quem damos a honra e o Louvor, hoje e por todo sempre, amém, Amém.
FONTE: Ministério com Famílias 

O Cristão e os Problemas Financeiros

foto financas O Cristão e os Problemas Financeiros
Você está enfrentando problemas financeiros? Faturas que você não consegue pagar? Cheques que você não pode cobrir? Necessidades que você não tem dinheiro para suprir? Vergonha? Frustração? Excesso de trabalho? Tensão?    

Problemas financeiros são excessivamente preocupantes e conduzem a muitos pecados: descontentamento, ingratidão, ira, desonestidade, impaciência, ansiedade e negligência das responsabilidades espirituais. A Bíblia ensina-nos como enfrentar muitas situações diferentes na vida, incluindo as dificuldades financeiras. A chave para enfrentar problemas financeiros está na atitude da pessoa. 

Para responder bem precisamos permitir que a palavra de Deus opere em nosso coração e mude nosso modo de ver as coisas.

Atitudes

Gratidão: Paulo insiste em que sejamos gratos. Precisamos estar “… transbordando de gratidão” (Colossenses 2:7). “Dêem graças em todas as circunstâncias…” (1 Tessalonicenses 5:18). Não devemos nos queixar nem sentir pena de nós mesmos, mas antes devemos considerar cuidadosamente todas as razões que temos para sermos agradecidos e louvar a Deus por suas bênçãos a nós. Os israelitas no deserto estavam se queixando constantemente, mas tinham se esquecido da grande libertação que Deus lhes tinha dado havia apenas pouco tempo. Temos que atentar para o que o Senhor nos tem dado e não para as coisas que não temos.

Contentamento: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’” (Hebreus 13:5). A presença de Deus com seu povo deveria dar tanta alegria e segurança que poderíamos facilmente nos contentar com qualquer padrão de vida. Paulo estava contente na fome ou na abundância (Filipenses 4:10:13). Por outro lado, as Escrituras estão repletas de advertências contra a ganância e a avareza (veja Lucas 12:15, por exemplo). Por qualquer razão, nunca parecemos reconhecer o desejo desordenado por coisas em nossas próprias vidas. Pensamos que todas as coisas que queremos são necessidades e que a dívida que acumulamos ao buscar adquiri-las é perfeitamente aceitável. Poderia ser que poucos de nós admitem a ganância em nossas vidas porque nos cegamos e deixamos de perceber o verdadeiro estado de nosso coração? Paulo exortou: “Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos” (1 Timóteo 6:8). Estamos satisfeitos somente com isto?

Sobriedade: Muitos textos nos exortam a sermos sóbrios (1 Tessalonicenses 5:6, 8; 1 Pedro 1:13; 4:7; 5:8). A pessoa sóbria encara os fatos e não deixa seus desejos colorirem sua percepção da realidade. Muitas pessoas tratam das finanças num mundo de sonho, sempre imaginando que tudo dará certo magicamente. Mas fugir de um problema ou negá-lo não ajuda e não está de acordo com o caráter de Cristo. Temos que reconhecer nossa situação atual, não importa quão triste seja, e ser “homens de coragem” (1 Coríntios 16:13). Ignorar os problemas não os extingue. Lutas financeiras não desvanecem sem mais nada, mas precisam ser resolvidas por disciplina séria e perseverante.

Honestidade: A honestidade é parte do caráter cristão (2 Coríntios 8:21; Tito 2:5). Pessoas honestas aceitam suas limitações financeiras e não tentam ser uma coisa que não são, vivendo num estilo de vida que suas condições não permitem. Pessoas honestas admitem que há muitas coisas que outras em torno delas têm ou podem fazer que elas não podem porque não têm dinheiro suficiente para isso. E pessoas honestas não fazem dívidas que não têm capacidade para pagar (veja Romanos 13:8).

Diligência: Algumas vezes, porém nem sempre, os problemas financeiros resultam da preguiça. “Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar, a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe sobrevirá como um homem armado” (Provérbios 6:10-11). ” Por causa da preguiça, o telhado se enverga; por causa das mãos indolentes, a casa tem goteiras” (Eclesiastes 10:18). Problemas financeiros devem ser esperados quando nos mimamos com descanso e sossego, e não trabalhamos esforçadamente. Um homem deve sustentar sua família (1 Timóteo 5:8) mesmo que isso possa envolver trabalho difícil ou empregos desagradáveis, ou mesmo se o trabalho disponível é relativamente mal pago.

Espiritualidade: Precisamos manter nosso foco principal em Cristo, não em coisas materiais. ” Ninguém pode servir a dois senhores: pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro… Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6:24, 33). Nossas posses, nossa posição e nosso sucesso nesta vida são matérias insignificantes para o verdadeiro cristão. Ele se vê como meramente passando através desta vida como um peregrino e portanto relativamente desinteressado nas suas condições. Ele nunca faz da prosperidade material uma meta séria (veja Lucas 9:57-58). O homem espiritual percebe que seu dinheiro e sua posição financeira não são as coisas importantes da vida.

Altruísmo: O servo do Senhor está sempre buscando dar, em vez de gastar consigo mesmo. Ele vê o dinheiro que ganha trabalhando como uma bênção que ele pode aplicar servindo a outros: ” O que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade” (Efésios 4:28). Discípulos verdadeiros vêem a prosperidade material não tanto como algo para si mesmos, mas como algo útil para servir outros (2 Coríntios 9:8-11). Enquanto o cristão for egoísta, ele sempre sentirá frustrações ao lidar com assuntos financeiros.

Humildade: A humildade para admitir enganos e buscar corrigi-los é básica. Muitos de nós temos tido atitudes impróprias e não temos administrado bem nosso dinheiro. Nunca mudaremos até que admitamos que temos estado errados. Precisamos também ter a humildade de examinarmo-nos à luz da palavra de Deus e fazer as coisas que aprendermos (Tiago 1:21-24). Esta seria uma boa hora para parar de ler este artigo e rever as oito atitudes que precisamos ter e tentar honestamente avaliar-nos e resolver mudar nossa atitude nas áreas necessárias. Como Deus nos vê em cada uma destas atitudes?

Mudanças Específicas

As coisas específicas que precisamos fazer ao lidar com problemas financeiros dependem de nossa mudança e adoção das atitudes mencionadas acima. Sem perspectivas corretas, os passos seguintes terão pouca validade.

Avalie honestamente sua situação. Encare os fatos. Talvez ajudasse pegar uma folha de papel e lançar todas as suas dívidas e anotar os valores de todas. Então, lançar sua renda e suas despesas mensais. Qual é, exatamente, sua situação financeira.

 Comece a pagar suas dívidas. ” Não devem nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros…” (Romanos 13:8). Calcule quanto dinheiro por mês é necessário para pagar todos os juros e, também, comece a pagar o principal (o valor original do empréstimo, antes do acréscimo de juros). Se suas prestações e obrigações mensais forem mais do que tem disponível no orçamento da família, ha três coisas que pode fazer de modo a ter dinheiro para pagar as dívidas: 

(a) Gastar menos. Quando for necessário, as despesas podem ser reduzidas às mínimas necessidades de comida e lugar para viver (veja 1 Timóteo 6:6-10). 

(b) Ganhar mais. Às vezes há oportunidades para trabalhar mais horas, ter um segundo emprego, ou encorajar os filhos adolescentes ou adultos que estejam vivendo no lar a trabalharem. 

(c) Vender coisas. Os cristãos primitivos vendiam casas e terras para aliviar as necessidades de seus irmãos (Atos 4:32-37); certamente não é irracional esperar que um discípulo de Cristo venda coisas para poder pagar o que deve.

(d)Viva dentro dos limites de seu orçamento. A Bíblia adverte sobre a loucura de fazer dívidas: “O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta” (Provérbios 22:7). A escravidão aos credores é muito penosa; é melhor esperar pacientemente e comprar somente aquelas coisas que se pode pagar.

 Comece a aplicar sua renda no sentido de metas espirituais. Temos que chegar a ver tudo o que temos como pertencendo ao Senhor e começar a usar nossos recursos para servi-lo. O Novo Testamento exorta-nos a dar generosa e abundantemente (2 Coríntios 8-9).  Não devemos permitir que nossa oferta seja diminuída pela avareza (2 Coríntios 9:5).

Conclusão

Em todas as áreas da vida, a palavra do Senhor nos fornece a orientação perfeita. Da mesma maneira, no campo financeiro devemos dar ouvidos à sabedoria de Deus revelada na Bíblia. Quando obedecemos os mandamentos do Senhor, recebemos tanto “a promessa da vida presente” como a da vida “futura” (1 Timóteo 4:8). Que sigamos estas instruções!


Por Gary Fisher
Adaptação: Eliseu Rosa

Como se livrar da culpa?

culpado Como se livrar da culpa?
Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades (Salmos 103.10).

Pecar é: errar o alvo da perfeição do Senhor Criador, é o egocentrismo desenfreado.
Iniquidade significa: Falta de integridade, honestidade ou justiça.
A Bíblia afirma que todos pecaram e por isso foram separados de Deus, por isso Deus anuncia a todos, e em todos os lugares, que se arrependam e busquem nascer de novo. Para isso o próprio Senhor Criador já providenciou o Único, Incomparável e insubstituível Salvador: Jesus Cristo, que através de sua morte e morte de cruz pode reconciliar a humanidade com Deus.
Quando alguém recebe a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, automaticamente sua culpa ou divida é paga, cravada na cruz. É a única maneira de não mais sermos tratados segundo nossos pecados e de não recebermos o castigo merecido por nossas iniquidades.
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FALSIDADE...OS SUPER SANTOS

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Todas as pessoas que me conhecem pessoalmente sabem o que costumo falar sobre o que para mim é o principal motivo de desconfianças, dúvidas e até descrédito em algumas pessoas tanto na igreja quanto fora dela, A FALSIDADE.

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Em algum momento de sua vida alguém dirá para você "ESSE DEUS NÃO EXISTE, VOCÊ É LOUCO". PORQUE VOCÊ ACREDITA EM DEUS?

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Quando falamos em um jovem cristão ir para a universidade, logo nos atentamos para que ele não seja influenciado por ensinos anti-bíblicos e não se desviem do caminho de Deus.

REBELDIA NÃO AGRADA A DEUS

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Como o ser humano é rebelde. Nos rebeliamos contras nossos pais, contra nossos conjuges, contra nossos chefes, contra nossos líderes espirituais e assim vai a nossa lista.
 

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